domingo, 21 de setembro de 2014

CONFISSÃO



Eu não sou o único e não estou só,
Nesse amor que supera o tempo e distância,
Que sobrevive a coisas improváveis e incontáveis,
E renasce como se fosse o fim da infância...

Uma paixão que já aprendeu a ser madura,
Como as árvores milenares que resistiram a tudo
E permaneceram, com suas vivas e fortes raízes,
E driblaram a história de um personagem moribundo...

Sem pressa deixando tudo acontecer à sua hora,
Com palavras sem ofensas e acasos descontroláveis,
E o desafio de sobreviver, ao que for, agora...

Assim somos nós dois, nessa jornada da vida,
Sem dor nem lágrima, apenas a felicidade de ser,
Rir da sensação da chegada ou da despedida.

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